sábado, 6 de junho de 2009

65.º Aniversário do Dia-D


Venho escrever a propósito da comemoração do 65.º aniversário do “Dia-D”. Um dia que veio abreviar o maior conflito presenciado pela História, onde pereceram mais de cinquenta milhões de seres humanos.
Esta tragédia que se abateu sobre a humanidade foi profetizada por Bahá’u’lláh, fundador da Fé Bahá’í, e considerado pelos Seus seguidores como o prometido de todas as relações anteriores.
No Seu Livro Sacratíssimo, revelado por volta de 1873, enviou um aviso ao Kaiser Guilherme I, sétimo rei da Prússia, foi aclamado imperador da Alemanha em Janeiro de 1871, em Versalhes, na França, logo após a vitória da Alemanha sobre a França na Guerra Franco-Prussiana:
Ó margens do Reno! Nos vos vimos cobertas de sangue, pois as espadas da represália desembainharam-se contra vós; e haverá ainda outra vez. E ouvimos os lamentos de Berlim, embora hoje esteja em glória conspícua.”
Os intérpretes autorizados de Bahá’u’lláh explicaram este texto considerando “cobertas de sangue”, como referentes à Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), e indicava que mais sofrimento estava por vir. O tratado opressivamente severo imposto à Alemanha após a sua derrota na Primeira Guerra Mundial “provocou os lamentos de Berlim”, que meio século antes, haviam sido objecto de tão poderosa profecia.
Gostava de chamar a atenção para “haverá ainda outra vez” parecendo-me uma referência inequívoca à Segunda Guerra Mundial – não tendo esta opinião pessoal qualquer valor vinculativo.
Neste mesmo Livro Sacratíssimo é referido aos “Governantes da América e Presidente das suas Repúblicas” o seguinte “Reuni vós os alquebrados com as mãos da justiça e esmagai o opressor que viceja, com o bastão dos mandamentos de vosso Senhor”.
Toda esta tragédia que ocorreu no Dia-D, tal como naqueles dias que o precederam ou antecederam, poderia ter sido evitada se os reis e governantes contemporâneos de Bahá’u’lláh, o “Espírito da Verdade” profetizado nos Evangelhos, Lhe tivessem dado ouvidos.

1 comentário:

Marco disse...

Estalinegrado e Kursk foram batalhas mais violentas e decisivas do que o desembarque na Normandia.