sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Escrituras Sagradas de Bahá’u’lláh (conclusão)


É certo que a aceitação seria imediata, mas jamais meritória. O Homem seria pouco mais de uma marioneta sem vontade própria, para quem a recompensa ou punição divina não fariam sentido.

A sua civilização não seria construída com o livro arbítrio, antes no assombramento de um poder imenso que não lhe tinha sido transmitido através do coração.

Assim, os líderes das diferentes religiões sempre se opuseram ao Prometido. No entanto, praticavam actos piedosos que há luz do julgamento dos homens eram louváveis. Mas eram actos aparentemente rectos porque a ignorância ou cobiça não lhes permitiu servir O seu Senhor quando Ele chegou. No lado oposto, homens simples como Pedro, foram capazes de reconhecê-Lo.[1]

Oxalá possamos ser dignos de Sua criação e merecedores do livro arbítrio com que fomos contemplados.

[1] É de referir que a capacitação intelectual de cada um é francamente estimulada na Fé Bahá’í.

6 comentários:

Aldebaran disse...

Quero dar-lhe os parabéns pelo site e pelos textos muito informativos e bem escritos. Que continue assim e que tenha muitos leitores. Abraço

Catequista disse...

Olá.
Obrigada pela visita. Aproveito e retribuo o gesto - também o linkei no meu cantinho.

João Moutinho disse...

Vão passando por aqui, são sempre bem vindos.

Isadora Lis disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Isadora Lis disse...

Moutinho,
eu aconselho que vc visite o Blog do Pedro Nelito. O endereço é: www.blogdopedronelito.blogspot.com

É o blog do meu pai.

Abraços,
Isadora Lis.

Savonarola disse...

Agradeço o seu link para o meu blog e rebribuo com muito gosto.
Desejo-lhe as maiores felicidades