quinta-feira, 20 de julho de 2006

II. A vinda de Maomé profetizada por Jesus




Para os Bahá’ís, independentemente das suas raízes culturais ou religiosas, é crença inequívoca que Maomé é um Manifestante de Deus e que os fundamentos islâmicos jamais renegam a divindade de Jesus.

Na realidade, a vinda de Maomé foi profetizada por Jesus, tal como está escrito no Evangelho de São Mateus 24:29:

“Logo em seguida, depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento e os poderes do céu serão abalados.

Então aparecerá o Filho do Homem, e todos os poderes da terra farão lamentações e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu com grande poder e glória”.

Bahá’u’lláh explica o significado destes versículos no “Livro da Certeza” – livro que recomendamos a todo o crente judeu, cristão, muçulmano, ou de outra religião, agnóstico ou ateu, a ler. Aí Ele afirma que esta profecia de Jesus tem um carácter simbólico, de múltiplos significados. Por exemplo, considera que a referência aos astros é uma alusão aos sacerdotes da época, que deixarão de reflectir a luz da verdadeira religião e considera as “nuvens” como as vãs fantasias do Homem que impedi-lo-ão de O reconhecer, desta vez com o nome de Maomé, isto porque ambos reflectem a mesma Luz Divina, ou seja quem reconhecer Maomé está a reconhecer a volta de Jesus. A palavra “céu” é uma referência ao Seu elevado grau de espiritualidade.

O livro da Revelação de São João também possui várias referências para com Maomé. Assim, no décimo primeiro capítulo é referido: “E Eu darei poder às minhas duas testemunhas, e, vestidas de saco, profetizarão por mil duzentos e sessenta dias”. Essas duas testemunhas são Maomé e ‘Ali Abu Talib. Cada dia significa um ano, o que quer dizer que os seus ensinamentos serão válidos por mil e duzentos e sessenta anos. Assim, a Revelação Bábi surgiu no ano 1260 da Era Islâmica, terminando a Era Maometana e dando início ao Ciclo Bahá’í.

As “roupas de saco” significa que de início seriam possuidores de pouco esplendor e que a Sua lei aos olhos dos homens não seria nova porque as suas leis sociais são semelhantes às da revelação de Moisés e as leis espirituais correspondem às de Jesus. Assim, para Seus inimigos a Sua mensagem seria apenas uma repetição.

A seguir está escrito: “Estes são as duas oliveiras e os dois candeeiros, postos diante do Deus da terra”. Estas duas almas são comparadas a dois candeeiros por iluminarem a humanidade com seu seus ensinamentos. A referência a oliveira deve-se ao facto de naquela época o azeite ser o combustível utilizado nas lâmpadas.

5 comentários:

Elfo disse...

João Coutinho, cuidado com o nome do Blogg.
Um abraço.

pmm disse...

Ó meu Deus, não acredito novamente elfo, que perseguição estranha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quando este sujeito vai parar?

Anónimo disse...

isso das perseguições é moda, suponho! tratem-se!

o blog tá muita bom joão.

Anónimo disse...

Comparação entre Maomé e Cristo
Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. (1 João 4:1)

O apóstolo João lembra aos seus leitores que “muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” Há duas coisas que este versículo nos manda fazer, para sermos capazes de discernir entre um verdadeiro profeta e um falso profeta. Primeiro, “não creiais a todo o espírito.” Os crentes precisam de deixar de ser tão ingénuos de modo a se tornar presa fácil de qualquer um que alega representar Deus.
Segundo, “provai se os espíritos são de Deus.” Essa palavra “provai”, traduz do Grego a palavra que tem o significado de um metal de teste para determinar se há ouro ou prata presente em certa amostra. Por outras palavras, João está a direccionar os seus leitores para uma inspecção cuidadosa e detalhada, daqueles que alegam ser profetas de Deus, para ter a certeza se eles são genuínos.

Agora, colocaremos ambos à prova, Jesus Cristo e o fundador do Islão, Maomé.1 Nós colocá-los-emos lado a lado para uma comparação, com o propósito de avaliação, de modo que possa decidir qual desses dois homens é o verdadeiro profeta de Deus e qual é o impostor.

Portanto, nós iremos examinar a legitimidade do Islão, ao submeter o seu fundador a um exame, enquanto que ao mesmo tempo, examinaremos a legitimidade do Cristianismo Bíblico ao submeter o Seu fundador a uma investigação similar.


As Profecias de Suas Vindas Contrastadas

As profecias da vinda de Jesus Cristo estão bem documentadas no Velho Testamento, dadas muito antes d’Ele nascer. Aqui estão algumas poucas profecias específicas acerca da vinda do Senhor Jesus Cristo e as passagens relevantes.

Setecentos anos antes d’Ele nascer, a cidade do Seu nascimento foi predita pelo profeta Miqueias, apesar dessa cidade não ser a cidade onde moravam os seus pais (Mic. 5:2).

Mil anos antes de ocorrer, David previu a forma precisa da morte de Cristo, apesar de ser um método de execução não conhecido de então (Sal. 22:16).

O Seu nascimento virginal foi predito setecentos anos antes de ocorrer (Isa. 7:14).

Mais de quinhentos anos antes do Seu nascimento, a quantidade de dinheiro pelo qual Ele seria traído, foi predita como sendo trinta peças de prata (Zc. 11:3).

Mil anos antes da Sua morte, foi predito que os homens iriam lançar sortes sobre a sua roupa (Sl. 22:18).

Mil anos antes, foi predito que as suas pernas não seriam quebradas, como as pernas de todos os outros que eram executados por crucificação (Sl. 34:20).

Setecentos anos antes de Seu nascimento, o Velho Testamento predisse a morte de Jesus em lugar dos pecadores (Is. 53:3-6).

Essas são apenas sete, das centenas de predições do Velho Testamento que foram literalmente cumpridas pelo Senhor Jesus Cristo, profecias que foram dadas com séculos de antecedência.

Agora, procure por uma predição acerca da vinda de Maomé. Não irá encontrar uma sequer. Procure no Corão e procure em qualquer outro lugar, mas não irá encontrar nenhum anúncio profético da vinda de Maomé. Ele apareceu sem qualquer aviso prévio e sem qualquer profecia.


Os Seus Nascimentos Contrastados

Eu já disse que o local do nascimento de Jesus foi predito que seria em Belém (Mic. 5:2).

Eu já disse que Jesus nasceu de uma virgem (Isa. 7:14). Eu devo também enfatizar que o nome Jesus foi determinado antes d’Ele nascer (Mat. 1:21).

Agora, considere o nascimento de Maomé. Excepto por passageiras referências ao facto que Maomé nasceu numa pobre família e que seu pai morreu antes dele nascer, e que sua mãe faleceu antes dele completar seis anos, deixando-o para ser criado por uma avó e por um tio, não há qualquer afirmação feita por Mulçumanos quanto ao nascimento de Maomé.

O nascimento de Jesus foi miraculoso. Ele nasceu de uma virgem (Isa. 7:14; Mat. 1:18-25). Maomé, porém, teve ambos, pai e mãe, fazendo o seu nascimento, em contraste com o nascimento do Senhor Jesus Cristo, deveras comum.


As Suas Vidas Contrastadas

Primeiro, a vida do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia declara que Jesus viveu a Sua vida sem pecado. (Heb 4:15).

A Bíblia regista muito sinais, maravilhas, e milagres executados pelo Senhor Jesus Cristo: a alimentação dos cinco mil, multiplicando poucos pães e peixes, andando sobre a água, ressucitando os mortos, dando vista aos cegos, curando aleijados, limpando os leprosos e expulsando demónios. Esses milagres feitos por Cristo, estão registados nos quatro Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João.

Jesus, também, afirmou ser Deus, afirmou ser o exclusivo Salvador das almas pecaminosas dos homens, afirmou perdoar pecados e afirmou dar vida eterna aos homens.

Durante Sua vida terrena, Jesus não atacou nem brigou com ninguém. De facto, Ele até curou um dos homens que O prendeu para ser julgado e crucificado, depois do apóstolo Pedro ter ferido esse homem com uma espada (Luc. 22:50-51).

E que dizer da vida de Maomé? Fontes idóneas, tais como Fazlur Rahman, Ph.D., professor do pensamento Islâmico da Universidade de Chicago, e Edwin M. Yamauchi, Ph.D., do Instituto de Pesquisas Religiosas, dizem-nos que o Corão não afirma que Maomé efectuou um milagre sequer.2

E até mesmo os Mulçumanos reconhecem que Maomé cometeu pecados, mas eles dizem que ele, de algum modo foi limpo de todos os pensamentos indignos, quando ele tinha 12 anos de idade, habilitando-o, então, a interceder pelos pecadores.

A atitude de Maomé para com a violência era exactamente a oposta à de Jesus. Maomé foi activo ao buscar a Guerra aberta para com aqueles que faziam oposição a ele. Numa ocasião, de acordo com os estudiosos Mulçumanos, ele comandou um exército de 10 mil. Ele ordenou a morte de muitos dos seus oponentes.

Portanto, Cristo afirmou ser Deus, enquanto que Maomé afirmou apenas falar por Deus. Cristo fez milagres, enquanto Maomé não. Cristo recusou recorrer à violência, enquanto que Maomé era violento e matou muitos que lhe fizeram oposição. Eles tiveram nascimentos e vidas muito diferentes.

As Suas Noivas Contrastadas

O Senhor Jesus Cristo nunca se casou e nunca foi pai de crianças terrenas, mas isso não significa que Ele não tenha uma noiva. Da mesma forma que se fala de Israel como a esposa de Jeová no Velho Testamento, assim também se diz que O Senhor Jesus Cristo tem uma noiva. João Baptista referiu-se ao Senhor Jesus como o Noivo em João 3:29, e Paulo lembrou aos Coríntios que ele os tinha casado como uma casta virgem a Cristo (2Cor. 11:2). O Senhor Jesus Cristo irá retornar um dia, e tomar com Ele a Sua noiva para o céu. A Sua noiva é composta por todos os verdadeiramente Cristãos - os nascidos de novo. A união entre Jesus e a Sua noiva, é uma união espiritual, não uma união física.

Maomé, por outro lado, teve muitas esposas.3 A sua primeira esposa, Khadija, era uma mulher de negócios que se ofereceu a ele, apesar dele ser 20 anos mais jovem do que ela.4

Enquanto ela viveu, ele não tomou nenhuma outra esposa.5 Todavia, quando sua primeira esposa morreu, ele casou-se com pelo menos 10 mulheres, e tinha um certo número de concubinas.6 A esposa mais nova que ele tomou, tinha 9 anos de idade e chamava-se A’isha, e literalmente trouxe os seus brinquedos com ela quando se casou com ele.

Apesar de nenhum dos filhos de Maomé ter vivido até a idade adulta, ele adoptou um filho chamado Zaid. Mais tarde, ele recebeu uma “revelação” especial, autorizando-o a casar-se com a bela esposa de Zaid’s, chamada Zainab.7 Então, pode ver que, com relação às suas noivas, há uma vasta diferença entre o Senhor Jesus Cristo e Maomé, o fundador do Islão.


As Suas Mortes Contrastadas

Considere a morte do Senhor Jesus Cristo. Cristo não morreu velho. Ele não morreu uma morte como se fosse a de alguém doente ou enfraquecido. Ele morreu uma morte de uma brutalidade inimaginável às mãos dos soldados Romanos.

A morte do Senhor Jesus Cristo estava predita tão antes quanto Génesis 3:15, e em grande detalhe tanto em Isaías 53 como Zacarias 12:10. Pela Sua morte e pelo derramamento do Seu sangue, numerosas coisas foram cumpridas, incluindo:

1. O cumprimento de muitas profecias a respeito da Sua morte.
2. A satisfação da justiça de Deus que exige a punição dos pecados.
3. O perdão dos pecados.

E que dizer da morte de Maomé? Estudiosos Islâmicos dizem-nos que em 632 A.D., ele ficou doente com violentas dores de cabeça e uma febre, possivelmente causada por envenenamento.8 Antes de morrer, ele exortou os seus seguidores para que permanecessem unidos e para que proclamassem os deveres dos casais, e deu outras poucas instruções. Maomé, então, morreu na casa da sua esposa A’isha, que cuidou dele durante os seus últimos dias.9 O túmulo do “profeta” em Medina, é o segundo lugar mais venerado do Islão, depois de Meca.

Portanto, a morte do Senhor Jesus Cristo, no auge da Sua vida física, com a idade de 33 anos, foi um evento de proporções cósmicas, trazendo a um clímax, o propósito redentor de Deus, na morte sacrificial do Seu Filho para pagar os pecados da humanidade. A morte de Maomé foi uma morte de um homem velho, que ficou doente e disse umas poucas palavras antes de morrer.


As Suas Ressurreições Contrastadas

A ressurreição do Senhor Jesus Cristo é fundamental para o Cristianismo. Primeiramente, a ressurreição de Cristo foi predita 1.000 anos antes de acontecer. Em Segundo lugar, ela ocorreu apesar das forças inimigas colocadas na Sua tumba para prevenir tal coisa de acontecer. Em terceiro lugar, o Senhor Jesus Cristo mostrou-se vivo, com muitas infalíveis provas após a Sua ressurreição.

As mulheres viram-nO. Os apóstolos viram-nO. Os homens na Estrada de Emaús viram-nO. Tomé foi convidado a colocar os seus dedos dentro das feridas de Jesus provocadas pela crucificação. Então, o Cristo ressurrecto apareceu a Saulo de Tarso na Estrada para Damasco. De fato, quando Paulo escreveu sua 1ª carta aos Coríntios, mais de 500 testemunhas da ressurreição de Cristo ainda estavam vivas, e isso foi mais de 20 anos depois. Tão importante é a ressurreição corporal de Jesus Cristo dentre os mortos, que Paulo escreveu, “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.” (1Cor. 15:14).

O que dizem os Mulçumanos acerca da ressurreição de Maomé? A estória da ascenção de Maomé aos céus é acusada, segundo a opinião da maioria dos estudiosos Mulçumanos, de ter sido fabricada seguindo o modelo da ascensão de Jesus. O Islão, todavia, conta a estória da ascensão de Maomé, sem nenhuma evidência de uma ressurreição, e sem nenhum significado na morte de Maomé. O que realizou a morte de Maomé? O Islão não afirma que ela realizou coisa alguma.

A morte de Cristo foi redentora; a de Maomé não foi.
A morte de Cristo foi sacrificial; a de Maomé não foi.
A morte de Cristo foi predita; a de Maomé não foi.
A morte de Cristo foi cheia de significado; a de Maomé não.


Os Seus Legados Contrastados

Primeiramente, o legado de Jesus Cristo. Como que os primeiros seguidores de Cristo propagaram o Evangelho? Eles fizeram-no pela pregação e ensino, e sofrendo o martírio. Os seguidores de Cristo não mataram pessoas pela espada, mas sofreram grandes perseguições às mãos dos Romanos, dos Judeus não Messiânicos e outros. O legado de Cristo é o do perdão, da misericórdia, da graça, da bondade.

Todavia, qual é o legado de Maomé? Os seus seguidores eram guerreiros. O Islão espalhou-se pela face da terra de modo diferente.10 A sua mensagem era, “Converta-se ou morra pela espada.” E muitas pessoas converteram-se, por medo de execução. Que diferença do legado deixado por Maomé do que foi deixado por Cristo!


O Crescimento do Islão

Considere a disseminação do Cristianismo antes da crucificação de Cristo. Ao observar o registo histórico, nós encontramos Jesus reunindo grandes multidões com os Seus ensinos, as Suas pregações, as Suas operações de milagres, a Sua multiplicação de pães para a multidão. Atrair uma multidão de pessoas interessadas, nunca era um problema para Alguém que deu vista aos cegos e que ressuscitou mortos. Todavia as grandes multidões dispersaram-se quando Ele ensinou coisas que eles não queriam ouvir, deixando-O com apenas os 12 apóstolos: “Desde então muitos dos Seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?” (João 6:66-67).

Os 12 não O abandonaram até à noite antes da Sua crucificação, quando Judas O traiu por 30 peças de prata e os outros fugiram de medo. E quando se conta o número dos seguidores que Jesus tinha logo antes do dia de Pentecostes, cerca de dois meses depois da ressurreição, o número tinha crescido para 120 (Atos 1:15).

Como é que o número de discípulos cresceu para 120 num período de cerca de 3 anos e meio? Foi alguma força usada? Houve alguma coerção? Leia os evangelhos do começo ao fim e encontrará Jesus a revelar mansidão e humildade, buscando a salvação de almas perdidas. Jesus disse de Si, “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10).

Aqueles que O seguiram não tinham promessa de riquezas ou poder. Bem pelo contrário. Ele, de certa feita, repreendeu dois apóstolos que tentavam ganhar altas posições. Paulo, que foi chamado para ser um apóstolo após a ressurreição de Cristo, era bem típico a respeito disso. Cristo disse-lhe, “E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu nome.” (Atos 9:16).
Cristo amava a paz. Os Seus seguidores foram instruídos a oferecer a outra face quando eram perseguidos. As boas novas eram espalhadas pela pregação e pelo ensino, sem a ameaça da violência contra ninguém. A violência que veio, foi sofrida pelos seguidores de Jesus sem retaliação.

Relato muito diferente é dado sobre o crescimento do Islão durante o período da vida de Maomé. Ao buscar a disseminação da sua religião, Maomé envolveu-se em dificuldades com os da cidade de Meca, que queriam que ele retornasse à cidade para ser julgado pelos seus crimes. Maomé então, juntou colaboradores assaltantes que atacavam as caravanas que viajavam em direcção à Meca.

Fazlur Rahmani, professor do pensamento Islâmico da Universidade de Chicago, escreve que Maomé também conseguiu a morte dos seus opositores na cidade de Medina, e ordenou a execução em massa de todos os homens num povoado Judeu que tinha colaborado com os seus oponentes.11 Na ocasião da sua morte, Maomé era o mais poderoso líder da Arábia. Todavia, o seu rasto de proeminência tinha custado muitas vidas.

A disseminação do Cristianismo durante a vida de Cristo e a disseminação do Islão durante a vida de Maomé foram muito diferentes. Jesus insistiu na paz, morte para Si mesmo, humildade e, oferecer a outra face. O Cristianismo cresceu no espaço de 3 anos e 2 para cerca de 120 homens e mulheres. Maomé, por outro lado, recorreu à violência e à morte de muitos que lhe faziam oposição. Na ocasião da sua morte, o Islão controlava a maior parte da Arábia.

O Crescimento do Cristianismo e do Islão Durante os Primeiros 100 anos

já pensou na propagação do Cristianismo nos seus primeiros 100 anos? Alcançou tão longe quanto Espanha e Grã Bretanha, do continente África à Índia no leste, e até ao longínquo norte, o Cristianismo cresceu como fogo.

É uma concepção errada muito comum, pensar que o Livro dos Actos descreve o crescimento do Cristianismo de Jerusalém para Roma. Todavia, o Livro dos Actos não é realmente um registo do crescimento do Cristianismo de Jerusalém para Roma, pois já havia Cristãos em Roma quando Paulo lhes escreveu. O que o livro dos Actos nos dá é uma ilustração da conduta do ministério Cristão pelos dois líderes mais proeminentes, os apóstolos Pedro e Paulo.

Deus operou grandemente em suas vidas e eles receberam poder para pregar o Evangelho de Jesus Cristo. Eles quase sempre enfrentaram grandes oposições quando pessoas eram convertidas, resultando em açoites, prisões e eventualmente martírio em ambos.

Tão efectivos foram os ministérios dos apóstolos, que foi dito deles, “Aqueles que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui;” (At. 17:6). Mas como eles viraram o mundo de cabeça para baixo? Como eles espalharam o Cristianismo? Eles eram homens de paz, eram pacíficos em face à perseguição, não retribuíam mal por mal (1Pe. 3:9), e não buscavam vingança pelas maldades feitas contra eles (Rm. 12:19)

O mesmo não pode ser dito sobre o crescimento do Islão, sobre um comparável período de tempo. Certamente, o crescimento do Islão nos seus primeiros 100 anos foi tão grande quanto o crescimento do Cristianismo nos seus primeiros 75 anos. Mas o método pelo qual o Islão se expandiu, foi exactamente o oposto do método empregado pelos Cristãos ao espalhar o Cristianismo.

Quando os Muçulmanos saíram da península Arábica, 100 anos de incessantes guerras e derramamento de sangue se seguiram. Foram precisos apenas 8 anos, depois da morte de Maomé, para que a Pérsia, Síria e Egipto fossem capturados. Outros 70 anos foram requeridos para reduzir todo o Norte da África para a fé Islâmica. Por todo o lugar que o Islão passava e encontrava aqueles que não compartilhavam a sua fé, era sempre o mesmo. As pessoas eram convertidas pela espada. Se um não-Muçulmano dissesse, ”Alá é o único verdadeiro Deus e Maomé o seu profeta,” ele então seria considerado Muçulmano e seria deixado viver.

Pelos primeiros 100 anos, o Islão foi uma religião que cresceu pela violência, pela coerção, pela guerra, pela intimidação. Foi literalmente espalhado pela força.

Cristo, por outro lado, nunca pretendeu que o Seu reino fosse avançado do modo que Maomé espalhou o Islão. Quando Cristo, pouco antes da Sua crucificação, foi trazido perante Pilatos, o governador Romano, Ele disse: “O Meu reino não é deste mundo; se o Meu reino fosse deste mundo, pelejariam os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o Meu reino não é daqui.” (João 18:36).


Conclusão

Há muitas maneiras de avaliar uma religião para determinar se ela é de Deus. Pode-se examinar a origem da religião, como fizemos, e pode-se examinar o fundador da religião.

Considere Jesus. E, considere Maomé.

Um foi predito na profecia, enquanto que o outro não.

Um teve um nascimento miraculoso e uma vida repleta de milagres, enquanto que o outro teve o sangue dos seus inimigos nas suas mãos.

Um foi celibatário até à Sua morte e ressurreição, enquanto que o outro teve muitas esposas, incluindo uma criança de 9 anos de idade, e a esposa do seu filho adoptivo.

A morte de um foi redentora e cheia de profundo significado e realizações, enquanto que a outra foi apenas uma morte comum de um homem velho.

Um ressuscitou dos mortos, com muitas testemunhas atestando a Sua vitória sobre o túmulo. O outro supostamente fez o mesmo, só que não havia testemunhas.

Finalmente, considere os seus legados. Os seguidores de Cristo espalharam o Evangelho pacificamente pela pregação. Os seguidores de Maomé espalharam a sua mensagem pelo medo e perseguição.

Um, fundou o Cristianismo, que é legítimo, e que verdadeiramente representa Deus, enquanto que a religião do outro atormenta a humanidade até hoje.

Eu recomendo que deixe de ouvir as doutrinas de demónios que formam a base e toda a essência das crenças e práticas Muçulmanas.

Ao contrário, ouça as boas novas de Jesus Cristo, que veio salvá-lo dos seus pecados.

- Dr. John S. Waldrip

Joao disse...

Meu caro amigo,

Maomé não veio com toda a Sua Majestade desvelada, tal como Jesus.
O nascimento de uma virgem não pode significar grande coisa porque hoje é possível a realização de tal coisa.
Não me parece que a historia do cristianismo seja um mar de bondade e rectidão. Tal como o Islão não deve ser confundido com prática aberrantes de alguns dos Seus seguidores.
Ser celibatário também não me parece que seja a provo de Jesus ter sido O Messias. Se não se casou foi porque não tinha poiso (terreno).
Maomé foi um líder político que teve de lidar com tribos belicosas e sanguinárias - não tinha uma estrutura como a do Império Romano.
Enfim, acredito que fez o que Jesus teria feito se estivesse no Seu lugar.